segunda-feira, janeiro 8

Ben Kweller e o amor


Ben Kweller não é uma figura muito conhecida por aqui mas posso afirmar com certeza que quem conhece fica se perguntando como um cara tão novo ( se não me engano ele tá com 25 anos) consegue ser tão genial! Nunca ouvi nenhuma crítica negativa sobre o cara. Se bem que se ouvisse também não levaria em consideração.
Pra resumir a história dele posso dizer que ele é americano, toca tudo quanto é instrumento e após fazer parte de algumas bandas na adolescência (uma delas até ficou de certa forma conhecida, o Radish) ele começou a fazer música sozinho e tocar pelos bares, pubs, etc. Até que o Evan Dando(Lemonheads) escutou suas músicas e chamou Ben pra abrir uns shows dele. Aí foi lançado o primeiro CD, "Sha Sha". O mais legal é que não é só o nome do cd que tem onomatopéias não. Várias músicas tem sha sha, bop bop... e por aí vai. Então ele começou a abrir shows pra várias bandas: Death Cab for Cutie, Dashboard Confessional, Strokes...
Aproveitando a banda que o estava apoiando na turnê(inclusive um ex-integrante do Radish) ele resolveu gravar o segundo álbum. O processo foi tipo estúdio ao vivo, sabe? É sempre estranho falar assim mas é quando a banda entra no estúdio e toca todas as músicas juntos e não cada um tocando sua parte separadamente, sabe? E assim saiu "On my way". Sendo que a música título é, de acordo com o próprio Ben a sua preferida.
E agora tá saindo(ou já saiu?) o novo álbum que leva o nome de "Ben Kweller". É simplesmente mais uma obra prima e dessa vez quem tocou todos os instrumentos foi o próprio Ben! Eu disse TODOS!
Algo que acho muito legal é que várias músicas ele faz pra namorada, Liz. No "Sha sha" tem uma faixa chamada Lizzy, inclusive. Muito boa! E desse album novo tem uma música chamada "Sundress" que aparece a Liz no clipe. Esse é um dos motivos das músicas dele soarem tão bonitas. São feitas com amor. Um amor retribuido.
Por esses e outros motivos que eu digo: Retribuam o amor que lhes é dado.
E comprem os CDs do Ben Kweller!!

sexta-feira, janeiro 5

Meio nome...

Tem uma coisa que nunca gostei mas as pessoas insistem em fazer. Chamar alguém pela metade do nome! Tipo, se a pessoas se chama Gustavo é chamada de GU, Juliana vira JU e por aí vai. Aparentemente têm pessoas que preferem ser chamadas por uma sílaba do nome. Pra que ter um nome então? Vamos todos nos chamar pela primeira sílaba de cada nome! Imagina só no amigo secreto da empresa aquela tímida garota chamada LU entregando o presente: "Ehh... então pessoal... Eu tirei o PAU". Um escândalo! Alguns ficariam se perguntando se aquela linda garota na verdade era um homem que fez troca de sexo! Decepção geral. Acabaria com o sonho de muitos marmanjos. Muitos casos de suicídio no dia seguinte!
Mas e quanto àquelas pessoas que chamam todos pelo diminutivo do nome? Huguinho, Zezinho, Luizinho e toda a família "inho". O mais interessante é quando a pessoa não tem nada de "inho", pelo contrário, é bem "ão" (praticamente uma propaganda do jornal ESTADO e nem ganhei nada pra isso!). Alguns casos eu até entendo. Quando é um apelido carinhoso de infância e a pessoa cresce, cresce, cresce e cresce mas já não dá pra tirar o "inho". Eu sempre pense que quando acrescentavam o "inho" estavam de certa forma reduzindo a pessoa! É um pensamento meio idiota mas hoje em dia já não penso assim... e o engraçado é que começaram a me chamar por meu nome acrescido do sufixo "inho" em uma época que eu já estava bem "ão"! Mas são poucas as pessoas que me chamam assim... na verdade são poucas as que me chamam pelo nome! Esse é o lado bom de ter um apelido! Muitas pessoas nem mesmo sabem qual seu verdadeiro nome. Se for um nome não muito agradável isso se torna bem interessante. Não! Meu nome é bem agradável!!